O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) realiza, esta terça e quarta-feira (29), o leilão de privatização de cinco unidades agro-industriais (silos) constantes do rolo de activos.
Conforme uma publicação sobre o cronograma enviado ao Jornal de Angola, o prazo para a entrega de candidaturas ao concurso público na modalidade de cessão de direitos de exploração e gestão de cinco empreendimentos agro-industriais foi encerrado segunda-feira (27).
Trata-se da privatização das unidades subdivididas em lotes, sendo o lote 1 correspondente ao "Complexo de Silos da Caála", na província do Huambo; o lote 2 "Complexo de Silos da Caconda", na Huíla; lote 3 "Complexo de Silos da Catabola", no Bié; lote 4 "Complexo de Silos da Ganda", em Benguela e o lote 5 "Complexo de Silos da Matala", na Huíla.
Até segunda-feira, o IGAPE permitiu aos interessados que visitassem os referidos empreendimentos. As visitas de constatação por representantes de cada entidade interessada só não poderiam ultrapassar as cinco pessoas.
Este processo decorre no âmbito do Programa de Privatizações 2019-2022, através do qual o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), entidade estatal responsável pela execução do respectivo programa, deu início ao Concurso Público nº 09/2021, por meio de leilão electrónico, no dia 29 de Novembro do corrente ano, na modalidade de cessão do direito de exploração e gestão.
Outros activos
O Estado angolano arrecadou, até Setembro, 455 mil milhões de kwanzas, dos 806 mil milhões que negociou por 41 activos inscritos no Programa de Privatizações (PROPRIV), iniciado no ano de 2019.
Dados disponibilizados pelo Ministério das Finanças, que integra a Comissão Interministerial do PROPRIV, adiantam que os pagamentos em dinheiro até aqui registados decorrem de acções ou participações, resultaram de acordos celebrados entre o Governo e entidades que compraram os activos.
Dos 41 activos já alienados, constam seis empresas de referência, 17 unidades industriais localizadas na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, 12 pertencentes à Sonangol, e seis integrados na categoria de outros activos.
Até à data, estavam em pagamento um total de 8 500 milhões de kwanzas, sendo que, para o final do cronograma, o Governo espera receber um total de 350 mil milhões de kwanzas, em pagamentos recebidos por via da Conta Única do Tesouro e através da Sonangol.
O programa inicial previa a privatização de 195 activos, mas, em Fevereiro, foram excluídos 70, restando 138 para passar de mãos. Tendo em conta os 41 já alienados, o PROPRIV fica com 97 activos por privatizar até 2022, contando-se entre eles, as participações do Estado nos bancos Caixa Geral Angola e BAI, bem como na construtora Mota Engil, as quais são submetidas a concurso até ao primeiro semestre de 2022.
Foi já terminado a privatização do Banco de Comércio e Indústria (BCI), da rede Kero e da rede hoteleira do Infotur. Aguarda-se as da Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA), da Multitel, de algumas unidades industriais da ZEE.
Trata-se da privatização das unidades subdivididas em lotes, sendo o lote 1 correspondente ao "Complexo de Silos da Caála", na província do Huambo; o lote 2 "Complexo de Silos da Caconda", na Huíla; lote 3 "Complexo de Silos da Catabola", no Bié; lote 4 "Complexo de Silos da Ganda", em Benguela e o lote 5 "Complexo de Silos da Matala", na Huíla.
Até segunda-feira, o IGAPE permitiu aos interessados que visitassem os referidos empreendimentos. As visitas de constatação por representantes de cada entidade interessada só não poderiam ultrapassar as cinco pessoas.
Este processo decorre no âmbito do Programa de Privatizações 2019-2022, através do qual o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), entidade estatal responsável pela execução do respectivo programa, deu início ao Concurso Público nº 09/2021, por meio de leilão electrónico, no dia 29 de Novembro do corrente ano, na modalidade de cessão do direito de exploração e gestão.
Outros activos
O Estado angolano arrecadou, até Setembro, 455 mil milhões de kwanzas, dos 806 mil milhões que negociou por 41 activos inscritos no Programa de Privatizações (PROPRIV), iniciado no ano de 2019.
Dados disponibilizados pelo Ministério das Finanças, que integra a Comissão Interministerial do PROPRIV, adiantam que os pagamentos em dinheiro até aqui registados decorrem de acções ou participações, resultaram de acordos celebrados entre o Governo e entidades que compraram os activos.
Dos 41 activos já alienados, constam seis empresas de referência, 17 unidades industriais localizadas na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, 12 pertencentes à Sonangol, e seis integrados na categoria de outros activos.
Até à data, estavam em pagamento um total de 8 500 milhões de kwanzas, sendo que, para o final do cronograma, o Governo espera receber um total de 350 mil milhões de kwanzas, em pagamentos recebidos por via da Conta Única do Tesouro e através da Sonangol.
O programa inicial previa a privatização de 195 activos, mas, em Fevereiro, foram excluídos 70, restando 138 para passar de mãos. Tendo em conta os 41 já alienados, o PROPRIV fica com 97 activos por privatizar até 2022, contando-se entre eles, as participações do Estado nos bancos Caixa Geral Angola e BAI, bem como na construtora Mota Engil, as quais são submetidas a concurso até ao primeiro semestre de 2022.
Foi já terminado a privatização do Banco de Comércio e Indústria (BCI), da rede Kero e da rede hoteleira do Infotur. Aguarda-se as da Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA), da Multitel, de algumas unidades industriais da ZEE.
Fonte: Jornal Angola (28.12.2021)