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Instituto Nacional do Café necessita de 80 técnicos superiores.

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Amboim - O Instituto Nacional do Café (INCA) necessita, no mínimo, de 80 técnicos superiores, com vista a dinamizar o trabalho de investigação científica, assim como reforçar o apoio e assistência técnica aos produtores nacionais.

Segundo o director-geral do INCA, Vasco António, a actualmente a instituição conta apenas com 18 técnicos superiores, número insuficiente para atender as províncias do Cuanza Sul, Uíge, Cuanza Norte, Bengo, Malanje, Cabinda Benguela, Huambo, Bié e da Huíla.

Em declarações à ANGOP, o responsável referiu que a maioria dos investigadores e técnicos superiores da instituição está acima dos 55 anos de idade e outros já em idade de reforma, situação que tem criado grandes dificuldades na assistência técnica aos produtores.

“O INCA conta com 185 funcionários, sendo que destes apenas18 são técnicos superiores, número que impossibilita dar resposta aos actuais desafios do sector nas três estações experimentais e nas 19 brigadas existentes no país”, salientou.

Para colmatar a situação, disse, a instituição contratou recentemente 27 técnicos em regime eventual, que beneficiaram de uma acção formativa, no município do Amboim, sobre práticas de produção do café.

“Foram recrutados vinte técnicos médios e sete superiores das províncias do Cuanza Sul, Cuanza Norte, Uíge, Malanje e de Benguela, de modo a minimizar a insuficiência de quadros, enquanto se aguarda pela realização de um concurso público para provimento de vagas”, acrescentou.

O Instituto Nacional do Café é uma instituição afecta ao Ministério da Agricultura, criado para assegurar o fomento e a coordenação técnica, o acompanhamento e o controlo da actividade cafeeira, assim como a execução das políticas traçadas no domínio da fileira do café, palmar e cacau e desenvolvimento de transferência tecnológica.SN/MCN

Fonte: Angop( 24.06.23)

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