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Produtor de sal defende aposta em centrais de distribuição.

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O empresário Adérito areias defende a necessidade de se prestar maior atenção à produção nacional, bem como aposta em centrais de distribuição de sal para fazer chegar o produto a todos os pontos do país a fim de contribuir para o desenvolvimento da economia nacional

Adérito Areias entende que as centrais de distribuição podem evitar o desperdício de sal e, deste modo, diminuir os custos de produção e a inflação, tendo lembrado que Angola já é auto-suficiente na produção e exporta para alguns países. O detentor das Salinas Calombolo referiu que em 2023 foram produzidas cerca de 200 mil toneladas de sal, o que representa 80% da produção angolana, no entanto, está em curso a preparação dos solos para duplicar a produção em 500 mil toneladas.

“O importante é aumentar a produção para que o produto seja comercializado a preços baixos para não ter a necessidade de importar, já que o preço do dólar está elevado e o país vive de importação”, disse. Para Adérito Areias, quanto mais produção nacional existir, a população não irá sentir a inflação, sublinhando que a nova subida dos preços dos combustíveis vai alterar o custo de produção.

Em relação à exportação, Adérito Areias disse que grande parte da exportação é realizada por terceiros para países como o Congo Democrático, Congo Brazzaville e Zâmbia.  Com sede em Benguela, a unidade de produção está situada entre a Baia Farta e Chiome. As Salinas Calombolo funcionam desde 1989 e dedicam-se à extracção e comercialização de sal marinho.

Fonte: Jornal O Pais - 10.Janeiro.2024

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