A primeira edição de 2021 da Feira do Café, organizada na última sexta-feira e sábado, na cidade do Uíge, fracassou nos objectivos pretendidos, admitiram os organizadores, que apontaram a fraca adesão de produtores e comerciantes, além de reduzida quantidade dos produtos expostos como causas principais.
Numa iniciativa da Cooperativa Agro-industrial de Panificação e Pastelaria do Uíge, a Feira tinha como expectativa a participação de dezenas de expositores, produtores, conseguiu apenas atrair nove.
Segundo Joffre Fernandes, a fraca adesão dos potenciais participantes deveu-se à degradação das vias de acesso às zonas de produção e à falta de meios de transporte que possibilitariam o escoamento do café das zonas de produção e armazenamento para o local.
Com isso, reconheceu, os objectivos não foram alcançados, porque previam expor mais de 90 toneladas de café, de acordo com estimativas feitas inicialmente e os convites formulados aos produtores. Os expositores conseguiram comercializar cerca de 30 toneladas, considerando a organização de satisfatório ainda assim o volume de negócios.
"Vamos continuar a trabalhar e a interceder junto das estruturas competentes para que a próxima edição seja melhor”, afirmou.
Informou que a feira tinha como objectivo incentivar os produtores a estabelecerem parcerias com empresas compradoras do café, dinamizar os níveis de produção, bem como atrair alguns investidores no sector, assuntos debatidos entre os cafeicultores.
João José Bambi é produtor de café há 13 anos na comuna do Quisse, município de Negage, disse que na sua fazenda tem 69 sacos de café, mas que necessita de escoamento. Produzimos, mas não conseguimos escoar satisfatoriamente devido à degradação das estradas e a falta de meios de transporte. Por isso, trouxemos aqui na feira apenas 16 sacos, que também já foram comprados”, disse.
O actual preço do Kg de café no mercado tende a animar os produtores. O café mabuba está 250 Kwanzas e o comercial a Kz 700.
Segundo Joffre Fernandes, a fraca adesão dos potenciais participantes deveu-se à degradação das vias de acesso às zonas de produção e à falta de meios de transporte que possibilitariam o escoamento do café das zonas de produção e armazenamento para o local.
Com isso, reconheceu, os objectivos não foram alcançados, porque previam expor mais de 90 toneladas de café, de acordo com estimativas feitas inicialmente e os convites formulados aos produtores. Os expositores conseguiram comercializar cerca de 30 toneladas, considerando a organização de satisfatório ainda assim o volume de negócios.
"Vamos continuar a trabalhar e a interceder junto das estruturas competentes para que a próxima edição seja melhor”, afirmou.
Informou que a feira tinha como objectivo incentivar os produtores a estabelecerem parcerias com empresas compradoras do café, dinamizar os níveis de produção, bem como atrair alguns investidores no sector, assuntos debatidos entre os cafeicultores.
João José Bambi é produtor de café há 13 anos na comuna do Quisse, município de Negage, disse que na sua fazenda tem 69 sacos de café, mas que necessita de escoamento. Produzimos, mas não conseguimos escoar satisfatoriamente devido à degradação das estradas e a falta de meios de transporte. Por isso, trouxemos aqui na feira apenas 16 sacos, que também já foram comprados”, disse.
O actual preço do Kg de café no mercado tende a animar os produtores. O café mabuba está 250 Kwanzas e o comercial a Kz 700.
Fonte: Jornal de Angola (05.10.2021)


