Banco público, peça-chave na corrida à criação de riqueza e diversificação económica, em contra-relógio para contrapor atrasos, alguns dolosos, de micro e pequenas empresas. Presidência tem noção de que o País está a ser observado por entidades estrangeiras com foco na segurança alimentar.
C omeçou por Benguela, há uma semana, a investida do Banco de Desenvolvimento de Angola rumo ao levantamento de todos os incumprimentos no reembolso dos créditos concedidos ao abrigo do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), motivada, em grande medida, por informações que chegaram à Presidência da República em relação a perigos no plano de alargamento dos negócios e assistência a outros operadores, soube o Novo Jornal.
Quis o destino que o Conselho de Administração do BDA, que tinha o lugar em risco até ao fecho desta edição, segundo fonte bem posicionada, começasse por uma província com a "situação bastante preocupante", conforme admite o Gabinete Provincial de Desenvolvimento Social e Económico.
Não são conhecidos os resultados desta missão que visou analisar as fichas técnicas de micro, pequenas e médias empresas, a franja assistida no quadro do PAC, Programa de Apoio ao Crédito, mas já se sabia, à partida, que Benguela estava a braços, inclusive, com os chamados incumpridores totais.
Fonte: Novo Jornal - 09.08.24


